Após ter dito como descobri sobre a existência do Girassol e o porquê dele se fazer tão necessário, é pertinente que o(a) leitor(a) entenda as razões pelas quais o Girassol não criou raízes fortes em meu jardim.
Assim como todo bom jardineiro, lidar com plantas e flores já conhecidas pode ser, talvez não tão fácil, mas relativamente simples, já que o processo para lidar com essas flores acaba se tornando usual ao longo dos anos. Todavia, a descoberta de uma nova espécie tende a oferecer ao jardineiro, por mais experiente que seja, um novo desafio. Esse desafio por vezes se mostra complexo, uma vez que provavelmente essa nova espécie de planta exija coisas que as outras espécies não demandavam, como por exemplo: que se ofereça os melhores nutrientes disponíveis, um tipo específico de manejo e até mesmo algum tipo de atenção especial. Por ter me encantado com o Girassol desde a primeira vez que tive contato com o mesmo, tive uma grande preocupação em proporcionar à ele tudo aquilo que ele viria a requisitar (confesso que em momentos negligenciei outras plantas do meu jardim para que pudesse providenciar aquilo que o Girassol precisava). Com o próposito e anseio de ver esse girassol crescer forte, rapidamente e saudável em meu jardim, procurei dar o máximo de recursos que pude: reguei o Girassol o máximo que pude, coloquei-o em lugar estratégico para que pudesse desfrutar do máximo de sol possível, procurei adubar toda a terra que estava em volta dele para que ele não tivesse complicações que atrapalhassem o seu desenvolvimento.
Por algumas semanas realmente acreditei que estava criando o cenário perfeito e ideal para que essa linda flor pudesse criar raízes em meu jardim. Para a minha surpresa, essa nova espécie demandava cuidados COMPLETAMENTE distintos dos padrões previamente conhecidos por mim. Essa planta, ainda que precisasse de cuidados diferenciados, se mostrou muito auto-sustentável e, embora muitas vezes suas pétalas e folhas parecerem ressacadas em tempos secos e áridos, esse girassol tinha uma capacidade impressionante de lidar com a situação de maneira independente. Como resultado do excesso de cuidado, o Girassol percebeu que estava melhor antes de fazer parte de meu jardim e portanto não criou as tão desejadas raízes fortes em minhas terras.
Tomado pelo assombro desse fato inesperado, passei a procurar informações com alguns amigos jardineiros, porém nenhum deles havia lidado um exemplar dessa espécie rara e, pouco a pouco, o Girassol foi murchando, até que decidi que seria melhor para o Girassol que ele vivesse conforme seus preceitos originais, para que mesmo de longe, eu pudesse admirar o Girassol e torcer para que mesmo em campos distantes ele pudesse crescer e se desenvolver da melhor maneira possível.
Assim como todo bom jardineiro, lidar com plantas e flores já conhecidas pode ser, talvez não tão fácil, mas relativamente simples, já que o processo para lidar com essas flores acaba se tornando usual ao longo dos anos. Todavia, a descoberta de uma nova espécie tende a oferecer ao jardineiro, por mais experiente que seja, um novo desafio. Esse desafio por vezes se mostra complexo, uma vez que provavelmente essa nova espécie de planta exija coisas que as outras espécies não demandavam, como por exemplo: que se ofereça os melhores nutrientes disponíveis, um tipo específico de manejo e até mesmo algum tipo de atenção especial. Por ter me encantado com o Girassol desde a primeira vez que tive contato com o mesmo, tive uma grande preocupação em proporcionar à ele tudo aquilo que ele viria a requisitar (confesso que em momentos negligenciei outras plantas do meu jardim para que pudesse providenciar aquilo que o Girassol precisava). Com o próposito e anseio de ver esse girassol crescer forte, rapidamente e saudável em meu jardim, procurei dar o máximo de recursos que pude: reguei o Girassol o máximo que pude, coloquei-o em lugar estratégico para que pudesse desfrutar do máximo de sol possível, procurei adubar toda a terra que estava em volta dele para que ele não tivesse complicações que atrapalhassem o seu desenvolvimento.
Por algumas semanas realmente acreditei que estava criando o cenário perfeito e ideal para que essa linda flor pudesse criar raízes em meu jardim. Para a minha surpresa, essa nova espécie demandava cuidados COMPLETAMENTE distintos dos padrões previamente conhecidos por mim. Essa planta, ainda que precisasse de cuidados diferenciados, se mostrou muito auto-sustentável e, embora muitas vezes suas pétalas e folhas parecerem ressacadas em tempos secos e áridos, esse girassol tinha uma capacidade impressionante de lidar com a situação de maneira independente. Como resultado do excesso de cuidado, o Girassol percebeu que estava melhor antes de fazer parte de meu jardim e portanto não criou as tão desejadas raízes fortes em minhas terras.
Tomado pelo assombro desse fato inesperado, passei a procurar informações com alguns amigos jardineiros, porém nenhum deles havia lidado um exemplar dessa espécie rara e, pouco a pouco, o Girassol foi murchando, até que decidi que seria melhor para o Girassol que ele vivesse conforme seus preceitos originais, para que mesmo de longe, eu pudesse admirar o Girassol e torcer para que mesmo em campos distantes ele pudesse crescer e se desenvolver da melhor maneira possível.
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